Perda de vegetação detectada por satélite em tempo quase real — comparando cada nova imagem com cinco anos de linhas de base.
O sistema compara imagens recentes com a aparência normal da área. Quando a vegetação foge do padrão, nasce um alerta — e a confiança diz o quanto se pode confiar nele.
Mudança muito clara, confirmada por múltiplos indicadores. Muito provável que seja real no terreno.
Mudança perceptível, mas que pode vir de seca, nuvens ou sombras. Vale verificar.
Pequena mudança detectada. Pode ser início de algo real — ou variação natural. Pede verificação local.
Três índices espectrais acompanham umidade e vigor da vegetação. Em Caatinga e Cerrado, os índices de umidade separam melhor o desmatamento da seca sazonal. Clique em um índice para vê-lo no gráfico.
Um guia rápido do que cada controle de “Explorar alertas” faz — para ler o mapa com segurança.
A visão padrão. Mostra só os alertas mais confiáveis: alta confiança, persistência confirmada e sobre vegetação natural — o melhor ponto de partida para achar prováveis desmatamentos. Desligue para explorar todos os alertas com os filtros detalhados.
Mede quão forte e consistente foi a queda dos índices de vegetação frente ao normal daquele mês. Alta: queda grande e confirmada por mais de um índice (umidade e queimada) — difícil ser ruído. Média: queda moderada, ou clara em um único índice. Baixa: queda pequena, no limite do que o sistema detecta. Ou seja, quanto mais alta, menor a chance de ser nuvem, sombra ou seca passageira.
Nuvem passa; desmatamento fica. O sistema conta em quantas observações o mesmo lugar reaparece. Se ele fica um tempo sem ser detectado — por exemplo, encoberto por nuvens na estação chuvosa — a contagem não recomeça do zero: continua sendo o mesmo alerta por até ~6 meses até voltar a aparecer. 1ª observação: visto uma vez — pode ser real ou ruído. Candidato: 2 a 14 vezes — provável. Confirmado: 15 vezes ou mais — clareira estabelecida. Em “repete ao menos” você exige um número mínimo de observações.
Quanto da área do alerta cai sobre vegetação nativa — e não pasto, agricultura ou cidade — segundo o MapBiomas. Subir o mínimo foca no que tem mais cara de desmatamento novo. Cada alerta traz esse número nas duas coleções (10 m e 30 m); você escolhe qual usar nessa conta.
No canto do mapa você liga o uso do solo do MapBiomas (10 m · Coleção 2 ou 30 m · Coleção 10) e escolhe quais classes mostrar — vegetação natural, agro/pastagem, urbano, água ou outros — para ver o que havia antes sob cada alerta. É contexto visual: nenhum alerta é filtrado por aqui.
Período: uma execução, uma data específica ou “todas as execuções”. Esta última é apenas um panorama leve do subconjunto forte (pontos no mapa) — não traz os filtros detalhados nem a tabela; para explorar a fundo, escolha uma execução. Camada base: satélite, mapa claro ou OpenStreetMap. Use a roda do mouse para dar zoom no mapa.
Nuvem passa; desmatamento fica. Por isso um alerta é confirmado quando a mesma área reaparece na observação seguinte — e o sistema conta em quantas observações seguidas ele já apareceu: quanto maior a contagem, mais consistente o sinal. Nada é descartado — todos os alertas ficam disponíveis, cada um com sua etiqueta, e você escolhe o que ver.
A linha de base descreve como cada trecho da Chapada normalmente aparece em cada mês do ano — essencial numa Caatinga que perde as folhas na estação seca. É construída com 5 anos de clima calmo (2017, 2019, 2021, 2022 e 2025), deixando de fora anos de El Niño forte para não confundir seca extrema com desmatamento.
O satélite vê que "algo mudou", mas não o que havia ali. O mapa de uso do solo do MapBiomas etiqueta cada alerta (vegetação natural, pasto, agricultura, urbano), ajudando a separar provável desmatamento novo de mexidas em área já usada. Duas coleções ficam disponíveis — 10 m e 30 m — e você escolhe qual usar. É só rótulo: nenhum alerta é removido.
A Caatinga muda muito entre seca e chuva — a amplitude sazonal do NDVI (verde) se confunde com desmatamento. Índices de umidade (NDMI, NBR) mantêm a separação clara o ano todo.
Uma IA que conhece toda a metodologia do monitoramento — da linha de base ao cálculo de persistência.
GeoJSON por execução do pipeline, séries temporais em JSON e limites da área de estudo. Licença CC-BY-SA 4.0.
A citação oficial, os DOIs e as licenças estão em Dados abertos.
Se você usar este software, os produtos de linha de base ou as saídas de alerta em sua pesquisa, por favor cite:
@software{bravo_araripe_2026,
author = {Bravo, Santiago},
title = {Chapada do Araripe Deforestation Monitor},
year = {2026},
version = {2.0.0},
doi = {10.5281/zenodo.19885824},
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