Você assume um pequeno sítio no alto da Chapada do Araripe, com o sertão se abrindo lá embaixo. Ninguém aqui é vilão: quem vive da terra precisa dela hoje — e amanhã. Durante 10 anos, escolha o uso de cada parcela e veja a água, o solo, os bichos e a renda responderem.
Degradar leva uma estação. Recuperar leva anos. Um aquífero esgotado, uma vida.
Nada aqui melhora a terra — mas tudo aqui melhora a conversa na feira.
Uma empresa do agronegócio oferece +40 de renda, agora, por duas parcelas do vale plantadas com soja. É dinheiro que resolve o ano — e um compromisso com a terra que fica.